segunda-feira, 14 de maio de 2012

Um caso bem parecido com o de Deby...



Mãe-coragem, Luiza Valdetaro revela sua rotina de luta contra o câncer da filha, Maria Luiza



Luiza e Malu: beijo de mãe ajuda a sarar Foto: Rodrigo Antonio
Por Naiara Andrade :

Colo de mãe protege, beijo de mãe ajuda a sarar. Toda mãe é fortaleza, seja aos 20 ou aos 80 anos. Armada com fé, a atriz Luiza Valdetaro, de 26, vem travando uma batalha diária pela cura da leucemia da filha, Maria Luiza, de 4, descoberta há quase três meses. A atriz conta como sua vida mudou desde que recebeu o diagnóstico e dá uma emocionante lição de amor...
Como você desconfiou da doença em Maria Luiza? Houve sintomas?
A gente viajou durante quase um mês, para Aspen (nos Estados Unidos), e Malu estava ótima. Duas semanas depois de chegarmos ao Rio, começou a ter febre. Liguei para o pediatra e ele perguntou: "Ela sente mais alguma coisa?". Nada! Ela brincava, comia direitinho, não tinha diarreia nem nada...
Isso aconteceu quando?
Foi no sábado, 12 de fevereiro. Aí ela permaneceu domingo e segunda-feira com febre, e resolvi levá-la ao médico. Duas horas depois da coleta de sangue, o pediatra me ligou, dizendo que o hemograma estava alterado: "Pode ser uma virose importante ou uma doença hematológica". Foi a primeira vez que ouvi esse termo, mas ignorei. Óbvio que não seria o pior! Com certeza, era uma virose! Perguntei: "Espero em casa?". E ele: "Não. Vai para a emergência agora". Foi quando comecei a ficar preocupada. O que Malu tem é LLA (Leucemia Linfóide Aguda), o número de plaquetas cai vertiginosamente em questão de horas. A gente diagnosticou muito cedo, ela não tinha sintomas...
Só a febre mesmo...
Na verdade, ela já estava com a medula entupida, mas as células doentes ainda não tinham saído para o sangue. Assim que recebi o diagnóstico, ela teve que passar por uma transfusão de sangue para poder fazer a punção. E eu tive a confirmação da doença. Essas 24 horas pareceram um mês. Os médicos já sabiam, só não podiam dizer até constatar.
Já tinha acontecido algum outro caso de câncer na família?
Nesse período, soube de uma tia minha, prima do meu pai, que sumiu há muito tempo. Ela ligou pra ele, falando: "Eu tive um câncer, fiquei mal, entrei num buraco, não queria estar com ninguém. Mas ver sua filha enfrentando tão dignamente o câncer da filha dela me deu motivo para aparecer e falar sobre isso". Foi surpreendente...

Luiza encara cada capítulo de sua história com Malu como aprendizado
Luiza encara cada capítulo de sua história com Malu como aprendizado Foto: Rodrigo Antonio

Como recebeu a dolorosa notícia?
Estava no quarto do hospital com Malu, vendo "Mary Poppins", e a hematologista, Soraia Rouxinol, me chamou do lado de fora para dar a notícia. Enquanto eu ouvia as explicações da doutora, Malu começou a me gritar. Enxuguei as lágrimas, respirei fundo, voltei para o quarto e recomecei a brincar com ela. Não queria que percebesse algum sinal de dor. Porque, fisicamente, ela já iria sofrer, com injeções e remédios. Não precisava passar por dor emocional também.
Qual foi a sua sensação?
Não tem como explicar. É ficar sem chão, é desesperador! Não desejo isso nem para a pessoa que me fez o pior mal. Se alguém me falasse que eu passaria por isso, diria: "Não vou aguentar, vou morrer, vou entrar em depressão". Mas a gente se aproxima muito de Deus. Ele dá a provação, mas também dá força para superar.
Sua espiritualidade já era forte?
Sempre acreditei muito. Um pouco no espiritismo, um pouco no catolicismo. Creio em outras vidas e em livre-arbítrio. Mas, também, que existe um plano divino, coisas pelas quais a gente tem que passar. É inevitável encarar obstáculos, e nada na vida tem só o lado ruim ou só o lado bom.
Malu sentiu muita dor física?
Às vezes, sente a espetada do catéter no peitinho dela. Nessa última fase, das injeções subcutâneas, doeu muito... Foram 16. É uma quimioterapia jogada na pele, queima. Ela gritava, óbvio; tem que segurar, é horrível; mas cinco minutos depois ela mesma me consolava: "Nem doeu tanto, mamãe! Nem doeu!". As pessoas me questionam: "De onde você tira forças?". Da própria Maria Luiza!
Ela é mais forte que você?
Não sei se a força dela vem de mim ou se a minha força vem dela, mas não posso dar menos do que ela me dá. Não posso! Digo desde o primeiro dia: ela sempre foi feliz, tem que continuar sendo feliz. O prognóstico dela é excelente. Só recebi UMA notícia ruim. Uma notícia muito difícil, mas foi só essa. Depois, só tive boas novas. No dia do aniversário dela (13 de março), soube da remissão completa.

Nas brincadeiras com a filha, Luiza acalma o coração
Nas brincadeiras com a filha, Luiza acalma o coração Foto: Rodrigo Antonio

Isso quer dizer que ela está curada?
Ela não tem a doença ativa, mas não se pode dizer que esteja curada. Se ela parasse de se tratar hoje, possivelmente a doença ressurgiria mais forte. Então, para a cura total, cumpre-se um protocolo que dura dois anos. Dois anos e meio depois, se ela não tiver tido nada, estará curada.
Você a protege das notícias ruins?
De certa forma... O que ela entende por doença é febre. A forma mais fácil de explicar foi: "Filha, existem diferentes tipos de febre. Tem febre importante e tem febre boba. Você já teve várias febres bobas, as crianças têm, e essas a gente trata em casa. Mas a febre importante tem que tratar no hospital".
Malu teve reações adversas ao tratamento?
Um pouco de cãibra. O corticoide fez ela inchar bastante, trouxe irritabilidade e um apetite voraz. Mas não percebi queda de cabelo. Antes que acontecesse, cortei. O dela e o meu.
Você cortou o seu cabelo por causa dela?
É... Eu já teria que cortar para "Gabriela" (próxima novela das 23h), e antecipei. A gente fez uma competição em casa: quem ficasse com o cabelo mais curto ia ganhar um brinquedo. Dali a pouco, Malu pediu para eu cortar o cabelo dela bem em cima, e eu fiz, com uma tesoura de papel mesmo... Ficou meio doido, mas ela curtiu depois. E eu disse que estava na moda. Todos os anúncios que ela vê com alguém de cabelo curto, comenta: "Olha, mãe, tá na moda!".
Você teve que se mudar para São Paulo, por conta do tratamento... Quando volta ao Rio?
Na próxima semana (nesta semana), quando começo a gravar a novela. Deu tudo no tempo certo, graças a Deus. Para Malu, voltar pra casa é sinônimo de melhora.

Luiza vai aproveitar o Dia das Mães de volta ao Rio
Luiza vai aproveitar o Dia das Mães de volta ao Rio Foto: Rodrigo Antonio

Por que resolveu dar a notícia da doença no Twitter?
Primeiro, quando a gente soube, não ia falar nada pra ninguém. Mas surgiu a necessidade de doadores de sangue, e então fui obrigada a mandar email para todos os amigos, comunicando e solicitando ajuda. Depois, resolvi me manifestar no Twitter porque sempre escrevi ali. Sumir de repente iria parecer que estava escondendo algo, e nunca quis isso. Por último, chegou um momento em que me vi forte, confiante. E ver exemplos de força faz bem pra todo mundo, né? Está aí o Gianecchini, que não me deixa mentir... Enfim, sempre falei muito da Malu e sempre me perguntaram muito dela. Ela ficou doente, ela está doente, ela vai melhorar. Rezem por nós.
Você se descobriu uma supermulher?
Não me vejo na obrigação de ser tão forte, porque não vejo as coisas tão difíceis, por mais estranho que pareça. Não vou esquecer o dia em que recebi o diagnóstico, claro. Era uma dor que doía tanto, tanto, que eu puxava meu próprio cabelo pra ver se sentia uma dor pior. Era insuportável! Mas passava cinco minutos e eu me acalmava, me distraia com a minha própria filha, vendo filme, brincando, desenhando, o que fosse. Eu vivo o hoje.
O coração está mais calmo?
Eu só sofro quando vejo ela sofrer. O catéter, a agulha... ela odeia! Fica mal, tensa, assustada. Essa parte me dói. Se minha filha está bem, eu também estou. A certeza de que ela vai ficar curada eu sempre tive. Isso é um fato, ponto. É dolorido chegar lá, mas a gente vai chegar. Não acho que seja um castigo. Já sou uma pessoa melhor, nossa família é melhor. E não é papinho para não sofrer. A gente fica mais forte, mais humilde, mais solidário. Consegue ver o valor real das coisas.
Hoje, você lida melhor com os problemas cotidianos?
A maioria dos problemas agora é superficial, é tudo marolinha. Não existem mais tsunamis na minha vida. Tsunami foi a notícia que eu recebi no dia 17 de fevereiro, isso sim! Mas, repito, não vejo como um castigo. Fazia parte do meu plano e do de todos à minha volta.
Como vai ser seu Dia das Mães?
Ah! Meus dias agora dependem do exame de sangue da Maria Luiza. Se estiver tudo bem, vai dar para fazer um churrascão lá em casa, eu não aguento mais de tanta saudade! Meu marido é gaúcho, imagina... Malu fala: "Mãe, quando eu estiver sem o meu caninho..." — caninho é o catéter —– "... eu posso ir na piscina, né?" . Eu respondo: "Pode, filha. Sem o caninho, pode". Minha vontade é dar uma festança, mas só de estar em casa com ela já vai ser o maior presente

Retirado do site : http://extra.globo.com/famosos/mae-coragem-luiza-valdetaro-revela-sua-rotina-de-luta-contra-cancer-da-filha-maria-luiza-4878562.html#ixzz1uoLpZD4Y

domingo, 13 de maio de 2012

Um Sábado bem agitado...

Depois do aniversário do priminho, fui dar uma passadinha com meus tios na Fena Pet , uma feira de animais, muito legal ....

Eu e Juju assistindo uns cachorrinhos

Olhando um filhote com meu tio Nando

Eu achei o Nemo kkkkkkkkkkkk

Um Golden - lindoooooo

Esse cachorrinho aí é bem divertido kkkkkkkkkkkk

Gigi toda corajosa

Eu e minha caricatura

Eu com minhas primas e nossas caricaturas e o cachorro ( Bob Xandinho )

DIA DAS MÃES!!


Oi gente hoje estou na casa da minha tia e vou fazer  uma postagem do dia das mães :D

 Querida Mamãe,
você é a  melhor mãe  do mundo quer dizer do universo,Mãe e Mãe né? Mãe sabe oque dizer.

Mãe você que me carregou por 9 messes você merece este dia especial!!
Parabéns para todas as mães maravilhosas do mundo!!

    Bejokas Deby!!!!!!!!!!


Parabéns minha irmã...