Desde ontem que o dia foi de festa, algumas amigas foram ontem para uma festinha do pijama, foram dormir umas 5 da manhã kkkkkkkkkk farra muito boa !!!!! Hoje teve priminhas, amiguinhas, titios e vovó na festinha.
Deby linda, te desejo que você seja FELIZ sempre, todos os dias......
Te AMO MUITO !!!!
Bjs
da sua tia Danny

Estou postando mais uma história, como presente virtual, espero que goste.
ResponderExcluirO Chapéu do tio Alexandre 15/10/2.012
Bem lá no meio dos campos está dois guris a correr atras das suas pandorgas, vão alegres e sorridentes olhando para o céu sem perder de vista onde irão cair.
São dois primos e amigos: Joaquim e Benício juntos somam 16 anos, um nasceu no verão em dezembro pertinho do natal o outro em junho pertinho do São João. Belas festas. Bení mora na cidade e Quinzinho na fazenda, hoje mesmo estão na fazenda correndo atras das pandorgas... Dá até para lhes ouvir as gargalhadas....
Shiiiii, então, ouviu? ( vamos lá, olhe com os olhos da mente, deixa o filme rolar)
e agora tá vendo? E ouviu?
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Outro dia, eles estavam andando a cavalo, porém o chapéu do Bení era emprestado do tio e estava um pouco folgado, largo mesmo, pois o sol estava muito forte e carecia de proteção nas cabeças.
Os cavalos mansos trotavam prá lá e prá cá, sem pressa, mas eis que, de repente começou uma baita ventania, parecia até que o Saci andava solto pela região, levantando poeira e fazendo roda moinhos.
E nessa ventania lá se foi o chapéu do tio, voando empurrado pelo vento, indo lá nas alturas e os guris apertaram os olhos para continuar seguindo o rastro só de vista. - Mas, bah, olha só isso, tu viu onde foi parar o chapéu, Quinzinho? - É, acho que vi, lá na árvore grande, vamos lá conferir.
E partiram em direção a velha e enorme Mangueira, rodaram a Mangueira toda, tomaram distância até que finalmente perceberam o chapéu lá em cima preso num dos galhos.
Ihhh, Bení, e agora? - Bem, temos que pensar um jeito de tirar de lá, afinal preciso devolver o chapéu do tio. - Vamos lá falar com tio Alexandre e saber se a gente pode subir?
2ª PARTE
ResponderExcluirBení: - Vamos jogar umas pedras, pode ser que a gente acerte!
Tio: - Nada disso, vai maltratar as frutas que estão ainda no pé. E todos gostam muito de se deliciar com as mangas que ela produz.
Quinzinho: - Então podemos subir?
Tio: - Que ideia é essa? Muito perigoso, é alto demais. Acho que com uma escada e uma vara bem grande a gente consegue.
Então foram buscar a escada lá no galpão onde se guarda os materiais da fazenda, baldes, pás, enxadas, anchinhos, cordas, peneiras e várias outras coisas.
D. Florinha, quando soube do acontecido, estava na cozinha fazendo uns biscoitos de milho resolveu chamar também o seu filho Filipinho prá ajudar na tarefa. E lá se foram....
Filipinho é um adolescente de 15 anos que cresceu muito, já está pertinho de 2 metros, todos ficam surpresos de como ele esticou.
Buenas, uma escada bem grande com 2 metros, mais os quase “2 metros” do Filipinho e uma taquara, (que é o mesmo que bambo), também bem grande vai ser a solução para um cutuco na aba do chapéu.
Somando tudo chega a quase seis metros, assim fica possível.
Vamos planejar a operação com segurança: dois homens para segurar a escada, um cinto com gancho para prender o Filipinho na subida e depois com a taquara na mão, é só mirar e tuffe...
Os guris ficaram ouvindo o tio planejar a ação e olhando o tamanho do Filipinho já começavam a creditar que logo, logo o chapéu estaria de volta para ser entregue.
Nisso o vento foi se acalmando, o sol continuava a a brilhar.
Tinha gente que apostava que ia chover, mas bah! Já imaginou o chapéu do tio Alexandre lá em cima na chuva, hum.... Era melhor andar depressa e o Bení falou: - Acelera Airton! Vamo que vamo, agarra logo essa escada.
Ele estava com pressa de resolver a situação, afinal o tio gostava bastante daquele chapéu. Aliais era o seu predileto.
3ª parte
ResponderExcluirE juntou um bando de gente e até uns guris da fazenda vizinha, todos só para olhar e assuntar, depois é claro iam contar o acontecido, noutras paragens, cada qual ao seu modo.
E os biscoitos de D. Florinha já estavam prontos prá entrar no forno do fogão a lenha tinha varias assadeiras, agora até de limão ela havia feito.
Coloca mais duas lascas de lenha e lá vai a primeira fornada.
Tio Alexandre, Quinzinho, Beni, Filipinho caminhavam juntos com 2 funcionários da fazenda e mais aquele bando de curiosos, foram todos para perto da árvore.
Que Mangueira linda, enorme e frondosa cheia de lindas mangas ainda verdes amadurecendo no pé. Olharam a posição certa mais próxima do chapéu, colocaram a escada bem apoiada no chão. Os dois funcionários seguravam a escada com firmeza, Filipinho colocou o cinto e o gancho na escada e foi subindo até a metade, então tio Alexandre suspendeu a taquara. Filipinho subiu mais ainda e pegou a taquara e com cuidado, se equilibrou, buscando ver onde exatamente estava o chapéu.
O bando de curiosos, mais os guris estavam calados só observando a corajosa ação de Filipinho. E este momento de total expectativa, ouve-se um piado forte e passa raspando pela cabeça do Filipinho uma águia que estava chocando os seus ovos nos galhos altos da arvore.
OHHH! Que baita susto! A águia com a força das suas asas toma distância para retornar ao ataque, mas Filipinho, jovem e muito ágil consegue, subir mais dois degraus e tuffe, dar o cutucam com a taquara no chapéu.
E lá já vem voltando a águia no mesmo tempo que o chapéu dá reviravoltas no ar e cai sobra a águia que se desequilibra e sai voando torto para se manter no ar.
final
ResponderExcluirFilipinho que não é bobo vem descendo a escada com muita rapidez, tio Alexandre está esperando por ele ao lado para lhe dar um abraço.
Beni e Quinzinho saíram correndo atras do chapéu para ver quem conseguiria pegá-lo, antes dele encostar no chão.
Davam muitas gargalhadas de alegria e por achar engraçado o sustam que todos levaram por causa da águia.
O bando de curiosos faziam uma enorme gritaria, que até assustou a águia que desistiu de perseguir o Filipinho, assim ela retornou ao ninho.
Quinzinho e Beni felizes e cansados da correira entregaram o chapéu ao tio.
Conseguiram afinal, trabalhando em equipe resgatar o chapéu predileto do tio Alexandre, foram voltando para a casa e começaram a sentir um cheirinho de café no ar..... junto o aroma dos biscoitos assadinhos... Arre, e não é que estavam todos com muita fome......
Quando chegaram a porta da cozinha D. Florinha já estava esperando o grupo com um enorme bule de café com leite e uma assadeira de biscoitos variados, pediu sorridente:
Provem meus biscoitos e me digam se estão gostosos, pois quero vendê-los na feira.
Poxa! A turma toda foi muita rápida zás trás e acabou -se os biscoitos, cada qual com sua canequinha de café foi agradecendo e elogiando os deliciosos biscoitos, colocaram as canecas sobre a mesa e se foram.
Quem era da fazenda foi ficando por ali mesmo e o bando de curiosos num converseiro enorme foi tomando o rumo de suas casas para contar a grande aventura que presenciaram.
Livonia Maciel, beijocas querida.