sábado, 12 de outubro de 2013


Oração das células
Ó mente das células do meu sangue,
vocês já despertam!
Acredito em vocês e na sua eficiência,
o meu sangue já está produzindo células
 de boa qualidade e está circulando no meu
corpo de modo perfeito.
A vida de Deus está dentro de vocês
manifestem, "agora" a saúde perfeita
e saudável. Agradeço do fundo do meu coração.
Muito obrigada.
Um beijo meu amor, faça essa oração sempre
te amo Vovó Mana

9 comentários:

  1. Querida Deby,
    Olha que linda e poderosa oração que tua vovó colocou para ti.
    Acredito muito na força e poder das palavras dentro das orações e que fazem muito bem a nossa saúde.
    Vou copiar e orar colocando o teu nome junto as frases, assim seremos duas falando com tua células.
    Desejo a ti, Pequena Grande Guerreira todo o sucesso e saúde. Beijocas da tia, Livonia

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    1. Beijos tia Livonia. Obrigado por sempre esta postando no meu blog e esta orando por mim. Obrigado por se preuculpar.beijos Deby

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  2. Aqui também em prece por vc linda princesa

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    1. Obrigado Jacinta. Pelas oraçoes e por tudo. Beijos Deby.

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  3. Oi, Deby,
    Aqui vai uma outra história criada por mim. Lembre-se que não sou professora de português assim, pode haver alguns erros nas concordâncias. ok. Se ligue no conteúdo da historia.

    História.... Alfredo estória nº 7

    Não sei bem explicar como ela é, mas tem coisas de rabugices, excêntrica ou exótica. Já é uma senhora, os cabelos? Ah! Os cabelos lembram os da Brigite Bardot, não importa se a idade já está aparecendo, os cabelos são fartos e presos do mesmo jeito da grande atriz. (Bem, até pode ser que ela seja fã da outra velha senhora).
    Existem uns pirralhos que gostam de incomodá-la, batem a sua porta e depois correm, quando ela vai atender já não há ninguém. Poxa! Ela não gosta nenhum pouco, desses meninos.
    Como mora só ela pensa muito. Aprecia cozinhar e resolveu abrir um restaurante, colocou na porta um prego grande com fichas de números de um até quarenta. Planejou cozinhar para quarenta pessoas, nenhuma a mais. Por isso quis colocar a senha, assim na porta. Se já estivesse no número 38 e chegassem 3 pessoas.... Bem, teriam que decidir se vinham os três num outro dia mais cedo ou jogavam no palitinho quem voltaria para casa.
    Só abre o restaurante depois de quarta-feira. Quinta, sexta, sábado e domingo são os dias que as pessoas podem ir para comer uma comidinha bem caseira, feita no capricho. Nos outros dias ela descansa e faz experiências com as receitas culinárias. Decidiu que fará farofa todos os dias e sempre diferente, um dia de banana, de ovo, de linguiça com salsinha, manteiga de garrafa, de cenoura e a de água, etc.... E que o cardápio será o mesmo por três meses, a mesma comida: nas quintas, peixe, na sexta, porco, no sábado, frango e domingo, carne de gado. Bem, bem, bem.... Depois de três meses muda tudo.
    Olha, ela está fazendo sucesso, pois cozinha muito bem e as farofas completam o prato, quase, quase todos os dias que funciona o restaurante, tem um grupo na porta fazendo o sorteio de quem voltará para casa .
    Ela tem uma manta bem grande em que se enrola quando está com frio e usa sempre quando sai a noite, gosta de ver as estrelas. Gosta mais das estrelas do que da lua. Caminha devagar e respira fundo, ouvindo o barulho dos pirilampos, grilos e sapos do lugar.
    Em uma segunda a noite estava voltando para casa de um belo passeio, quando viu os pirralhos batendo na sua porta e resolveu segui-los até a casa de algum deles. Eles quando perceberam saíram correndo e ela correu atrás do jeito que pode, não prestou muito a atenção nas ruas e voltas que deu, mas..... se perdeu, os pirralhos muito ágeis sumiram e ela já não sabia como voltar. Olhou a sua volta e viu uma praça com alguns bancos e postes. Resolveu que passaria a noite por ali, tudo fica mais fácil quando é de dia e ela nem encontrava ninguém para perguntar. Foi até a praça escolheu um banco embaixo de um poste, sentou e se enrolou mais em sua boa e grande manta se preparando para passar ali a noite. Neste mesmo tempo estava passando por ali um rapaz que a viu e foi falar com ela. Ela contou que se perderá e ia aguardar o raiar do dia, para procurar o caminho de volta para a sua casa, e pensou consigo: “ainda bem, que amanhã ainda é terça....”

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  4. 2ª parte da história do Alfredo

    O Rapaz disse que se chamava Alfredo e que morava ali perto, se ela não preferia se abrigar em sua casa, pois poderia chover e que o sereno da noite poderiam gripá-la.
    Ela pensou e resolveu aceitar o convite caminharam lado a lado até a casa. Alfredo abriu a porta e EKA, ECA, MELECA que cheiro horrível. Que seria isso!
    Alfredo bondosamente entrou e acendeu a luz e ela pode ver o que acontecia lá dentro da sala e que causava aquele cheiro horrível.
    Rapaz: - não é que lá dentro havia muitos moveis, cômodas eram duas, sofás tinha três, mesa uma só, cadeiras seis e em todos os lugares tinham muitos e muitos cachorros e vários e vários gatos deitados, sentados por todos os cantos da sala.
    Assim que viram Alfredo já foram chegando perto abanando os rabos felizes , alguns latiam e os gatos miavam ou ronronavam.
    Ela ficou parada com os olhos arregalados, sem coragem de entrar na casa. Ele sorria e passava a mão na cabeças de seus amigos fieis . Até que olhou para trás e viu ela ali sem dar um passo. Alfredo se apressou em avisar que eram todos mansos e que ela estava segura, podia entrar. Mas aquele cheiro impregnado de cachorro e gatos no ar, lhe davam coceiras no nariz. E ela começou a espirrar, um, dois, três e muitos mais...
    Ela lhe disse que era alérgica e que voltaria para a praça, ele perguntou se ela não tinha outra solução, pois ficava preocupado em deixá-la no sereno.
    Ela respondeu que havia sim: e mandou ele colocar umas panelas cheias de água no fogo, trazer uma bacia grande e sabão. Ela largou a manta dobrada em cima da mesa, arregaçou as mangas, pediu também umas toalhas. Pediu um avental pegou uma vassoura varreu a casa, abriu as janelas e um ar novo entrou na sala....
    Quando a água esquentou, junto um pouco de água fria e começou a lavar os gatos, uns queriam fugir, outros só miaram e cada um que terminava dava o bichano todo molhado para Alfredo secá-los,. Alfredo de dono da casa passou a ser o ajudante dela, a cada bicho seco, ficavam em cima de cobertor colocado no chão.
    Agora vamos trocar a água da bacia e lá vem a vez dos cachorros e foi aquela espumarada, esfrega, esfrega, enxágua. E Alfredo lá sendo ligeirinho para dar conta do serviço da enxugação dos seus amigos fiéis.
    Assim a cada água trocada e cada bicho lavado o cheiro Horrível da sala foi sumindo, a noite estava agradável e o ventinho que entrava pelas janelas ajudava a trocar o cheiro do ambiente.
    Depois de um bom tempo a trabalheira terminou, todos os gatos e cachorros lavados, limpos e cheirosos estavam acomodados no cobertor. Alguns gatos ainda se lambiam terminando a faxina.
    Alfredo foi tomar o seu banho e ela lavou o rosto e os braços. Foi na cozinha e fez um café perfumando todo o lugar, com aquele cheirinho de café coado na hora.

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  5. Final da historia do Alfredo

    Alfredo lhe emprestou seu quarto e dormiu no sofá, na manhã seguinte, depois de outro café Alfredo levo-a até a sua casa. No caminho ela foi falando a importância de se cuidar da higiene dos animais, não bastava alimentá-los e gostar deles. Carecia de um lugar certo, comida, banho e vacinas além do carinho é claro.....
    Alfredo muito gentil agradeceu as lições, a grande ajuda para os banhos e prometeu manter sua casa mais limpa também.
    Ela o convidou a vir jantar no restaurante numa noite de sua escolha, teria que escolher a noite olhando o cardápio, pois cada noite era um tipo de prato diferente e não havia outro.
    Se despediram.
    Ele retornou para casa e uma sensação de já conhecê-la ficou rondando a sua caixola, havia aprendido algumas lições e simpatizava com Ela.
    Passado uns dez dias, Alfredo apareceu no restaurante pegou sua senha na porta e entrou, era uma quinta-feira, dia de peixe. Hum, um peixinho na muqueca, arroz branquinho, farofinha de cenoura, saladinha de alface. Tudo simples, mas que aroma.... Lá dentro, as mesas com toalhas brancas já com as louças no lugar e os copos reluzentes.
    Mais tarde Ela veio conversar com Alfredo que lhe fez um convite: Já havia passado muitos dias e seus bichos já precisavam de outro banho. Ela gostaria de ajudá-lo nesta tarefa?
    E contou que havia ouvido seus conselhos e agora seus amigos fiéis, já não estavam soltos pela sala da casa, havia providenciado um canil e um gatário. Gatário? Sim, um espaço para seus gatinhos.
    Ah! E que já tinha quatro amigas que queriam ajudar nos banhos para manter sua casa cheirosa. Os amigos e amigas, gostavam dos bichos e gostavam do Alfredo.
    Só não tinham coragem de falar para o Alfredo que a casa dele:
    EKA, ECA, MELECA, que cheiro Horrível..... E eles não gostavam de casa mal cheirosa.

    Ela aceitou o convite, deu parabéns a ele pela atitude de carinho e conforto aos seus amigos fiéis . E assim, nas segundas a tardinha todos se reúnem para o festival de banhos aos bichanos do Alfredo.
    ........Num tempo depois, olhando uma revista da mãe dele encontrou uma foto da Brigite Bardot quando jovem. Olhou, olhou, olhou bem e pensou. –“ E não é que elas se parecem...”

    E ai, que tal? Gostou? Beijocas da tia Livonia e Bom Domingo.

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  6. Bom dia Querida PGG,

    Como vais? Espero que bem melhor a cada dia! Só vou deixar um abraço fraterno e beijocas da tia.

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